Frente ao cenário da crise econômica internacional, entrar num consórcio tem sido uma boa alternativa para quem quer adquirir um bem, mas não imediatamente. A opção também é ótima para aqueles que não querem entrar de cabeça num financiamento sem dar nenhuma entrada, mas também não conseguem guardar dinheiro para fazê-la. Ou seja, o consórcio acaba criando uma poupança, uma vez que quando se entra nele, se cria um compromisso. Além disso, após a contemplação do consórcio, você pode optar por deixar o dinheiro lá depositado, e ele é investido em fundos de títulos públicos, cujo rendimento é mais atrativo que o da poupança tradicional.
O sistema do consórcio funciona assim: Os participantes contribuem mensalmente com uma parcela do pagamento, que é mais baixa do que a de um empréstimo ou financiamento, sendo realizados sorteios entre os cotistas para ver quem receberá a carta de crédito naquele período ou ainda fazendo a realização de lances, com valores extras aos estipulados por mês e, quem oferecer o maior montante recebe também a carta de crédito para a aquisição do bem estipulado. Essa sistemática disponibiliza ao consumidor uma ferramenta de crédito que não cobra juros pela operação, somente uma taxa de administração, que costuma girar entorno de 20%. Ou seja, muito menor do que um financiamento.
Clique aqui e assita um vídeo do UOL Notícias explicando as diferenças entre financiamento e consórcio de imóveis.

Ótimo artigo! Fiquei com uma dúvida, há alguma instituição que regulariza as empresas de consórcio?
Obrigada
Olá Daniele, todos os consórcios são regidos pela Lei 11.795 de 8-10-2008. O funcionamento é normatizado e fiscalizado pelo Banco Central. Espero que tenha te ajudado!