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Lançamento: Integração entre emoção e razão traz equilíbrio financeiro

Você já se deparou olhando para uma vitrine e fazendo cálculos mentais, do tipo que não resistem a ir para uma calculadora, para ver se o preço de um produto cabe em seu reduzido orçamento? Alguma vez você já se viu escravo do temido cheque especial, com juros exagerados que sempre acabam sendo empurrados para o mês seguinte? Ou ainda, você é do tipo insatisfeito e reclama que o salário não é o bastante para o mês todo, mas não abre mão das viagens do final de semana e nem dos celulares de última geração? Não se preocupe! Você é uma pessoa normal, mas precisa entender certos aspectos da personalidade que o levam a agir por impulso e, muitas vezes, fazem seu orçamento afundar no vermelho.

O livro Decisões Econômicas – Você já parou para pensar?, (Editora Évora, 160 pags.) de Vera Rita de Mello Ferreira, psicanalista e maior especialista brasileira em psicologia econômica, vem de maneira objetiva e prática, explicar como evitar as temidas dívidas e rechear a poupança, tudo isso utilizando apenas o autoconhecimento. Você vai descobrir por que ir às compras é tão prazeroso que interfere em suas decisões financeiras, com a ajuda de idéias da psicanálise e de disciplinas como: psicologia econômica, economia comportamental, finanças comportamentais e neuroeconomia, que insistem em mostrar “que o nosso comportamento econômico é que vai constituir a economia do país, e nossas decisões econômicas influenciam a economia como um todo, do mesmo modo como são influenciadas por ela – é uma via de mão dupla”, explica a autora.

A obra traz capítulos que abordam os mais variados tipos de golpes e como eles, ainda, atingem algumas pessoas; como nossa cabeça “apronta” com a gente tantas vezes ou porque caímos em armadilhas criadas por nós mesmos. Para a autora, “É somente por meio do autoconhecimento que se alcança o autocontrole necessário para conquistar o seu equilíbrio financeiro”.

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Cursos gratuitos de finanças pessoais

A estabilização da economia nas últimas duas décadas fez com que o brasileiro despertasse para o assunto poupar e investir seu dinheiro. Mas como? Pensando nisso, a ICATU Seguros, junto com a FGV Online, está lançando uma série de cinco cursos gratuitos sobre finanças pessoais e investimentos que ficarão disponíveis na internet. O objetivo do projeto é mostrar ao público em geral como funcionam os diversos tipos de investimento existentes no mercado, além de ensinar dicas práticas para o planejamento da vida financeira e a organização do orçamento familiar.

O primeiro curso da série será “Como Organizar o Orçamento Familiar”, já está disponível. Os outros cursos, sobre investimentos, aposentadoria e consumo consciente, serão lançados até o fim de 2011. Para saber mais sobre os cursos basta acessar o site da FGV Online.

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Finanças: Do namoro ao casamento sem dívidas

O primeiro passo de um casamento bem sucedido é a estabilidade financeira do casal, é o que afirma Miriam Macari, gerente do Easynvest. Não existe melhor momento no namoro do que perceber que você e seu parceiro estão planejando o futuro juntos.

Para ela, o plano a dois vem acompanhado por uma série de projetos que podem ser realizados ao longo do namoro. Onde e como vão morar juntos são as primeiras questões.  “Conquistar esse objetivo exige que o casal faça um minucioso planejamento financeiro, afinal, ninguém deseja começar  essa nova fase na vida com um financiamento imobiliário.  Para evitar que esse sonho transforme-se em pesadelo, o ideal é ter objetivos claros e precisos”, afirma Miriam.  “O casal terá inicialmente que planejar-se, fazer as contas e cortar gastos desnecessários, muitos deles ainda ligados a tranquila e descompromissada vida de solteiro. A partir daí, surge a necessidade de guardar dinheiro regularmente, ou seja, poupar quantias mensais significativas para os projetos idealizados”.

De acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a idade média para as mulheres casarem está em 26 anos, enquanto que a idade média dos homens está em 29 anos, isso permite que os casais tenham tempo suficiente para economizar e investir antes de selar o compromisso. Segundo informações do governo, a procura por imóveis por pessoas na faixa dos 20 aos 30 anos subiu de 35% para 39% no último ano. Isso é reflexo da estabilidade no emprego que está estimulando os jovens casais a procurarem pelo imóvel mais cedo.

Economizar faz parte do compromisso do casal, é quando você trabalha pelo outro e o outro retribui com o mesmo esforço e dedicação. O resultado é que ambos podem investir seus recursos para que a caminhada até o altar aconteça da melhor maneira possível. Nessa fase, os namorados devem redobrar a atenção para escolher os melhores investimentos de médio e longo prazo.

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Evite as armadilhas do contrato de gaveta ao adquirir imóvel

Os “contratos de gaveta” tornaram-se uma prática muito comum entre vendedores e compradores de imóveis e, por consequência, também entre os mutuários. Para escapar do recálculo do financiamento, devido à transferência do imóvel, muitos dos mutuários estão optando pelo chamado “contrato de gaveta”. Pelo sistema, o proprietário do imóvel negociado passa para outra pessoa a responsabilidade de arcar com as dívidas de financiamento. Porém, esse acordo pode trazer vários riscos para as duas partes, já que não é feita a alteração do nome do mutuário no cartório de registro de imóveis.

Depois de firmado o acordo, para que o adquirente (gaveteiro) obtenha a posse legal do imóvel, que será feita somente após a quitação do financiamento, o caminho é longo e o que parecia ser uma facilidade pode se transformar em armadilha. “É um contrato que tem validade somente entre as partes envolvidas. No primeiro momento parece vantajoso, mas a prática esconde uma situação irregular perante a lei. Portanto, é considerado um negócio de risco elevado”, adverte Marco Aurélio Luz, presidente da AMSPA.

Como prevenir contra os danos do contrato de gaveta

“O melhor a fazer é recusar o ‘contrato de gaveta’. Se mesmo assim, se for essa a opção, é aconselhável que as partes envolvidas consultem um advogado para orientá-lo antes de fechar o negócio”, recomenda. “O que pode ajudar a evitar problemas futuros é se resguardar tendo em mãos uma procuração pública, reconhecida em cartório, além de guardar os comprovantes de pagamento”, ressalta.

O presidente da AMSPA aconselha uma investigação tanto do comprador como do vendedor. “Para o adquirente, o ideal é conferir se o nome do dono da propriedade está negativado. Também é preciso consultar, em cartório, a certidão de matrícula do imóvel. A consulta serve para constatar se existem parcelas em atraso ou dívidas de IPTU, entre outras precauções de ambas as partes”.

Luz acrescenta “como se vê, os riscos ocorrem tanto de um lado como de outro. A melhor forma de evitá-los é escolher os meios lícitos para realizar o sonho da casa própria. Hoje o mercado oferece várias opções de financiamento mais seguras”, informa.

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Livro: Como avaliar o valor real das ações de uma empresa

Você compra ações a que preço? Seu colega de trabalho disse que está barato? Seu vizinho está comprando? Um desconhecido lhe deu uma dica? Por mais incrível que pareça, compram-se ações sem saber seu valor. Porque pagar R$10, R$20 ou R$30 em uma determinada ação? Como saber se está cara ou barata? No livro Análise Fundamentalista, lançado pela Campus/Elsevier e que faz parte da coleção Expo Money, o autor José Kobori mostra como investir de forma segura.

O livro ensina como obter confiança para investir em ações e tornar-se sócio de um dos melhores negócios do mercado com segurança e rentabilidade por meio de um rápido aprendizado sobre as ferramentas mais utilizadas no mercado. José Kobori apresenta os métodos básicos utilizados pela análise fundamentalista. O valor de uma empresa está na sua capacidade de gerar lucros futuros. De nada vale um ativo que não gera receitas, ou que gera receitas, mas administra mal suas despesas.  Encontrar o valor das empresas fará com que as compras sejam conscientes, e seus investimentos tenham uma probabilidade maior de retornos consistentes.

Segundo José Kobori, o grande equívoco dos investidores é a ansiedade em medir rentabilidade no curto prazo e, lógico, com um nível baixo de risco. “Investir em ações nada mais é que comprar participações em empresas, e este livro se propõe a ajudá-lo a fazer boas escolhas nesse sentido. É como se tornar sócio do seu cunhado, comprando parte na padaria dele. O que vai interessar, no final das contas, após todas as despesas pagas, é quanto dinheiro sobra no caixa e quanto essa sobra no caixa o recompensa pelo investimento que fez no negócio. Investir em ações é investir no longo prazo. Não se compram participações em empresas para revendê-la em seguida. A atitude recomendada, quando se encontra uma boa empresa, é a de ser sócio dela para sempre” afirma.

A obra se divide em quatro partes. Na primeira, o autor explica o que é importante antes de decidir investir, e os conceitos e ferramentas básicas. Na segunda, serão entendidas as demonstrações contábeis e como interpretá-las. Na parte três aprende-se a determinar o fluxo de caixa da empresa e o método mais utilizado pelo mercado, o fluxo de caixa descontado. Por fim, o autor aborda o planejamento estratégico. A estratégia e a competitividade é que definem a confiabilidade e a durabilidade das projeções de resultados das empresas, o que faz com que elas tenham uma vantagem competitiva de longo prazo.

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Fica estável o número de cheques devolvidos em julho

O mês de julho fechou com 1.611.187 cheques devolvidos, tanto de pessoas física e jurídica, em todo o País, segundo estudo da proScore. “O número ficou praticamente estável em relação ao mês de junho passado, apresentado uma queda de 0,61%”, informa Ivo Barbiero, presidente da proScore.

Frente a igual período de 2010, o volume de cheques devolvidos obteve um leve acréscimo de 0,49%. “O índice de inadimplência de pagamentos feitos com cheques em julho está em 1,9%, permanecendo na média dos meses anteriores de 2011”, diz Barbiero.

De acordo com a proScore as pessoas físicas foram responsáveis por 75% dos cheques devolvidos, média de 1,8 cheque por pessoa que entrou no cadastro de cheques sem fundo. Com relação  à pessoa jurídica, a média foi 2,6 cheques devolvidos por empresa.

Por região

Entre as regiões do País, a que apresentou o maior volume de cheques devolvidos foi a Sudeste (49%); seguida da região Sul (19%); da Nordeste (17%); da Centro-Oeste (11%); e da Norte (4%).

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Dicas para comprar presente para o Dia dos Pais

Comprar um presente para o Dia dos Pais parece ser uma tarefa simples e fácil, já que muitas lojas já entraram no clima para presentearmos da melhor forma a pessoa querida. As opções são várias, mas as roupas, celulares e os equipamentos eletrônicos continuam sendo as lembranças mais procuradas. Contudo, antes de sair comprando, é fundamental fazer pesquisa de preço dos produtos e serviços e buscar todas as informações a respeito das promoções.

Essas são algumas dicas da advogada da Lex Magister Darlene Vieira Santos, que afirma: “é na hora das compras que muitos consumidores têm problemas”. Por isso, ela recomenda ter muito bem definido o que pretende consumir. “Caso decida comprar algo porque recebeu material publicitário, fique atento: os preços reais não podem ser diferentes dos que foram anunciados”.

Ela recomenda também atenção especial aos itens vendidos por um valor bem mais em conta, os quais podem apresentar defeitos. Segundo a advogada, os fornecedores só estão obrigados a substituir as mercadorias que apresentarem defeitos de fabricação. “A legislação impõe que, para os bens duráveis, o consumidor tem 30 dias para reclamar. Já o fornecedor tem o prazo de até 30 dias, a contar da reclamação, para sanar os vícios de qualidade ou quantidade, ou seja, os defeitos de fabricação. Nesse caso, o consumidor pode optar pela substituição do produto, restituição da quantia paga ou abatimento proporcional ao vício”.

A advogada comenta ainda que, para produtos duráveis, tais como veículos, móveis, perfume, telefone celular, entre outros, o fornecedor da mercadoria é obrigado a efetuar o conserto ou substituí-lo no prazo máximo de 30 dias a partir da data que o consumidor solicitou a providência. “O prazo para o consumidor reclamar os vícios aparentes ou de fácil constatação é de 90 dias, contudo esse prazo pode ser estender quando não é possível verificar o defeito. Vale ressaltar que estes prazos podem ser reduzidos ou ampliados dentro do limite de no mínimo sete dias e no máximo de 180, isto com o expresso consentimento do consumidor”.

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Vendas pela internet atraem os consumidores de baixa renda

Levantamento realizado pela E-bit aponta que, do total de pessoas que adquiriram um produto na internet pela primeira vez no primeiro semestre de 2011, 61% tem renda familiar igual ou menor a R$ 3 mil. Isso mostra que a classe C está cada vez mais conectada e com poder maior de consumo.  Em 2009, 44,6% dos e-consumidores do mercado brasileiro pertenciam, na melhor das hipóteses, à classe C. Já no primeiro semestre de 2011, o percentual subiu para 46,5%, o que corresponde a cerca de cinco milhões de novos consumidores.

Para Fernanda Petinati, gerente de planejamento em redes sociais da Digital Me, agência de estratégia em mídias sociais e reputação digital, o surgimento de tantos sites de compra coletiva, a expansão de lojas físicas para lojas virtuais e o desenvolvimento de sites de e-commerce para diversos segmentos demonstram essa tendência.

Segundo ela, o momento que a economia brasileira vive é um dos mais importantes fatores que viabilizaram o aumento no poder de compra da classe C. “É natural que a economia tenha impacto direto nesse comportamento de consumo. O que devemos lembrar é que, como qualquer comportamento, essa condição revela um aprendizado. Mesmo se economia voltar a moldes que desfavoreçam a classe C, a mesma já terá adquirido costumes de compra que dificilmente serão esquecidos”, afirma.

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Aquisição de veículos a prazo cresce 4,8% no 1º semestre

Balanço semestral da Anef aponta que o saldo total de crédito para aquisição de automóveis fechou o primeiro semestre de 2011 em R$ 194,9 bilhões, evidenciando um crescimento de 4,8% no ano, enquanto o total de credito do Sistema Financeiro Nacional cresceu 7,5% no mesmo período.

O cenário atual segue a tendência dos últimos meses e mostra um crescimento menor em comparação a 2010. Este panorama, provocado pelas medidas macroprudenciais do Banco Central, deve permanecer até o fim de 2011. “A Anef, no entanto, mantém a expectativa de aumento de 10% da carteira de financiamento em 2011”, afirma Décio Carbonari de Almeida, presidente da Anef.

A taxa de juros e os planos médios tiveram relativa estabilidade nos últimos meses. Nos novos contratos, os planos de financiamento fecharam com a média de 43 meses, sendo que o prazo máximo oferecido permaneceu em 60 meses neste semestre, já no mesmo período do ano passado praticava-se prazos de até 72 meses.

Motocicletas

As modalidades de pagamento nas vendas das motocicletas mantiveram as tendências de 2010. O financiamento ainda é a opção mais desejada, com 51% da procura, enquanto é possível observar uma retomada das vendas de motos através do consórcio neste primeiro semestre.

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Intenção de consumo das famílias paulistanas cresce em julho

A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) registrou alta de 1% em julho em relação ao mês anterior no município de São Paulo. Segundo o indicador apurado pela Fecomercio, a variação positiva demonstra uma reversão momentânea da trajetória negativa da intenção de consumo. Em relação a julho de 2010, o ICF apresenta aumento de 1,9% ao atingir 138,9 pontos em uma escala que varia de 0 a 200 pontos e demonstra otimismo quando acima dos 100 pontos.

Os sinais de arrefecimento da inflação influenciaram positivamente o ânimo das famílias paulistanas e, além de melhorar a situação da renda atual, ainda contribuiu para um novo estímulo aos consumidores. Também foram motivos para a recuperação da intenção de consumo o aumento efetivo da renda média e o baixo nível de desemprego, alavancados após a eliminação de uma eventual perda do poder de compra devido ao processo inflacionário.

Já o Acesso ao Crédito registrou estabilidade no mês de julho com pequena variação de -0,2%. Entre os itens analisados no ICF, esse foi que ainda se encontra no nível de satisfação mais elevado com 158,6 pontos. Segundo a Assessoria Técnica da Fecomercio, isso indica que apesar do aumento de 6,2 pontos porcentuais nos juros para pessoa física, entre os meses de dezembro e maio, as famílias paulistanas se mostram pouco propensas a analisar esses fatores e levam em consideração apenas se os gastos cabem ou não no orçamento familiar.

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